Archive for dezembro, 2016

A substituição que a galera esperava

Posted by Ricardo Roca On dezembro - 31 - 2016ADD COMMENTS

Substituicao1617

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Frases de Futebol – Carlos Fernando Schinner

Posted by Ricardo Roca On dezembro - 30 - 2016ADD COMMENTS

CarlosSchinner
“O rádio é para os amantes da palavra. Quem ouve o futebol pelo rádio já caldeou toda uma inclinação da palavra, todo um conjunto de extratos sentimentais e poéticos ligados naquele fim de semana em que se conversa sobre as jogadas mais variadas. O mundo do rádio é o mundo do ‘gogó’, é o mundo oral. É como o mundo grego da Antiguidade arcaica, onde toda a poesia grega surgiu no gogó, e não no sistema escrito. O rádio tem uma penetração muito mais profunda no espírito de quem ouve. Ele cria uma relação de coração com aquilo que o cidadão ouve.”

Carlos Fernando Schinner é um narrador esportivo brasileiro, nascido em Santos, com passagem por vários veículos de comunicação; ministrou o primeiro curso de narração esportiva do Brasil, é autor do livro Manual dos Locutores Esportivos.

#frasesdefutebol

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Futebol Freestyle com Marisa Cintra

Posted by Ricardo Roca On dezembro - 30 - 2016ADD COMMENTS

Uma variante do futebol em que a atleta realiza manobras com uma bola ou a equilibra em várias as partes do corpo. Baseado na tentativa de exibir uma sequencia de manobras com criatividade, controle e dificuldade, mantendo sempre a interação com a bola.|

Marisa Cintra é a representante brasileira do futebol freestyle feminino, desde 2006 trabalha com o esporte fazendo apresentações em eventos pelo Brasil e exterior. A atleta está entre as melhores do mundo, em 2012 representou o Brasil no primeiro mundial feminino da Redbull Street Style na Itália.
FFMarisaCintra
07 e 08/01, às 11h
Sesc Osasco – Quadra Society
Av. Sport Club Corinthians Paulista, 1300 – Vila Osasco – Osasco – SP

Fonte: Sesc

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Retrospectiva 2016, um ano difícil

Posted by Ricardo Roca On dezembro - 29 - 2016ADD COMMENTS

Aquarius, Brexit, ciclovias, Eduardo Cunha, delações, eleições, estupro coletivo(?!), feminismo, grampos irregulares, golpe, ocupações, Odebrecht, Olimpíada, Panama Papers, Papa Francisco, Pokémon Go, refugiados, Renan Calheiros, terrorismo, trans, Trump, Uber, vaquejadas, WhatsApp, zika… com tudo, com tudo, difícil dizer que foi um ano bom, as nuances são muitas e dependem do ângulo de quem vê. No mundo do futebol, de modo geral, o sujeito diz que foi bom se seu time levou algum título, mas a coisa é bem mais complexa.

Inegável que 2016 tenha ficado marcado pela tragédia com a Chapecoense, em que o vôo da equipe caiu por falta de combustível e excesso de ganância, gerando 71 mortos, uns tantos feridos e milhões desolados pelo mundo. Mas também pode ter ficado marcado pelo abraço que Dona Alaíde, mãe do goleiro Danilo morto no acidente, deu no repórter Guido Nunes, do SporTV, que a entrevistava para consolá-lo, em gesto de incrível solidariedade e força.
DonaAlaide
Ao longo do ano também nos deixaram os craques Johan Cruyff; o capita Carlos Alberto Torres, aos 72 anos; Mário Sérgio, no acidente aéreo “da Chape”; e outros menos conhecidos, como o ex-jogador do Coritiba, Reginaldo Araújo, de 38 anos; o garoto Sergiano Henrique, de 18 anos, zagueiro das categorias de base da Ponte Preta; Lucas, zagueiro da equipe sub-17 da Portuguesa; Bernardo Ribeiro, atleta da Friburguense (RJ), de apenas 26 anos, disputando uma partida amadora; Sascha Lewandowski, ex-técnico do Bayer Leverkusen, de apenas 44 anos; o ex-jogador Daniel Prodan, destaque da Romênia na Copa de 94, aos 44 anos; o ex-zagueiro costa-riquenho Gabriel Badilla, aos 32 anos; o ex-goleiro Solitinho, integrante da Democracia Corintiana, aos 56 anos; além do ex-presidente da Fifa, João Havelange, aos 100 anos.

Não sofreram menos perdas o mundo do cinema, da música, da política, de outros esportes, da televisão, da literatura… e dos ‘anônimos’, esses sim heróis do cotidiano.
2017 Calender on the red cubes
No campo esportivo, caíram alguns tabus longos e o Palmeiras venceu um Brasileirão depois de 22 anos, o Grêmio, que não conquistava um título relevante há mais de 15 anos, levou a Copa do Brasil e nossa seleção masculina de futebol finalmente ganhou uma medalha de ouro olímpica. Fora de campo algumas mudanças como o “alongamento” da Libertadores; pela escolha, finalmente, de uma mulher para comandar o futebol feminino brasileiro, Emily Lima e pela decisão de tentar utilizar tecnologia para melhorar o desempenho das arbitragens. Tite também trouxe um novo alento ao nosso futebol, em contraposição ao que tínhamos com Dunga, dentro e fora de campo.

No apagar das luzes, 2016 nos testa novamente com a notícia de que agora foi um time amador de Uganda, no último domingo, em um barco que naufragou e deixou até o momento, nove mortos e 21 desaparecidos. A equipe se dirigia ao distrito de Hoima para uma partida comemorativa pelo Natal.
TimeUganda
E o ambulante Luís Carlos Ruas, espancado até a morte ao tentar defender morador de rua homossexual…

Vamos torcer por 2017!

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Jards Macalé – Sesc Pompeia

Posted by Ricardo Roca On dezembro - 28 - 2016ADD COMMENTS

Jards Anet da Silva, conhecido como Jards Macalé, cresceu em Ipanema (RJ), onde jogava futebol na praia. O apelido “Macalé” surgiu inspirado naquele que era considerado “o pior jogador do Botafogo”. Sua carreira musical começou nos estudos de piano com Guerra Peixe, violão com Jodacil Damasceno, violoncelo com Peter Dauelsberg e regência com Mario Tavares. Em 1965, acompanhou Maria Bethânia no espetáculo Opinião, e mais tarde tornou-se diretor musical da cantora, o que possibilitou encontros com Gal Costa, Gilberto Gil e Caetano Veloso. Na década de 70, compôs músicas para Nara Leão, Elizeth Cardoso e Gal, como o sucesso “Vapor Barato”, em parceria com Waly Salomão. Ainda nos anos 70, gravou seu primeiro disco solo “Só Morto”. Com o passar das décadas, Macalé reafirmou mais e mais sua importância como músico, compositor e intérprete, além de produtor e orquestrador.

Nesse show, Jards Macalé lançará o box retrospectivo de sua carreira.
JardsMacaleBota
14/01, às 21h e 15/01, às 19h
Sesc Pompeia – Teatro
Rua Clélia, 93 – Pompeia – São Paulo – SP

Fonte: Sesc

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