Juiz faz lambança, Corinthians se supera e Palmeiras não passa no teste “de Libertadores”

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O jogo não valia muita coisa, nessa enfadonha fase inicial do Paulistinha, mas era um Corinthians x Palmeiras. Tanto que começou tenso, como se fosse decisivo ou no clima de Libertadores, o que seria um excelente teste para o time verde. Por isso era mais disputado do que bem jogado e de bom mesmo no primeiro tempo, dois ou três lances de perigo.

Se o jogo já não era um primor, o apitador conseguiu complicar mais as coisas e expulsou equivocadamente o volante Gabriel, do Corinthians, ex-Palmeiras, por uma falta em lance do qual ele nem participou. Tá certo que o jogador, pilhado acima da conta, talvez por enfrentar seu ex-clube pela primeira vez, já merecia ter sido expulso em lance anterior, mas dois erros não fazem um acerto e o árbitro “estragou o clássico”, na maioria das opiniões alviverdes e, principalmente, alvinegras.
Expulsao
Para o segundo tempo, com um jogador a mais e um elenco mais farto, o favoritismo do Palmeiras aumentava. Pouco a pouco o time foi se impondo, aumentando a posse de bola, chegando com perigo algumas vezes, mas… sem inspiração e contundência.

Até que num desses lances que só o futebol proporciona, Guerra, o craque da última disputa Sul-Americana cometeu uma falha grosseira e Jô, em seu primeiro toque na bola, fez o único gol do jogo. Corinthians 1 x 0 Palmeiras.

O time alvinegro se superava, e seus jogadores lutavam bravamente, enquanto o alviverde mostrava que ainda não sabe jogar esse tipo de partida, similar ao que vai enfrentar no torneio mais importante do ano, a Libertadores. Eduardo Baptista faz bons trabalhos, mostra dedicação e talento, mas ainda peca mais que o esperado e preocupa a torcida do Palmeiras. No outro parque, Fábio Carille ganha fôlego e o time do Corinthians ganha tempo e motivação para a temporada.

A tecnologia continua fazendo falta às arbitragens, mas no caso de hoje, o juiz até foi avisado sobre seu equívoco, mas sua postura arrogante o impediu de voltar atrás e corrigir o erro.

Nota triste para a cotovelada que o bom e costumeiramente não violento defensor Vitor Hugo aplicou em Pablo.

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