Archive for the ‘dança’ Category

Virada Cultural – Body Hits – Brazuka

Posted by Ricardo Roca On maio - 23 - 2014ADD COMMENTS

BodyHits_BrazukaA coreografia traz uma viagem ao tempo no país do futebol, apresentando conquistas marcantes como o primeiro campeonato mundial em 1958, além de exaltar a cultura brasileira, com elementos como o samba, a capoeira e o funk carioca.

31/05, às 18h30
Cinema FAC – Cinema Municipal Piracaia
Rua Brasil, nº 15 – Praça Arlindo Luz – Assis – SP

Fonte: http://www.viradaculturalpaulista.sp.gov.br/artistas/body-hits-brazuka/

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Objetivo é aproximar os dois países, já que o Brasil é o anfitrião do Mundial do ano que vem e a Rússia – sede da escola de dança – receberá a Copa de 2018

Em se tratando de Brasil e Rússia, não é só o futebol que aproxima as sedes das duas próximas Copas do Mundo da FIFA, de 2014 e 2018, respectivamente. Nos últimos 13 anos, o balé também une os dois países. A Escola do Teatro Bolshoi no Brasil, na cidade de Joinville, em Santa Catarina, é a única da instituição fora da Rússia.

Diante desse contexto, o presidente do Teatro Bolshoi no Brasil, Valdir Steglich, reuniu-se com o ministro do Esporte, Aldo Rebelo, nesta quinta-feira (11.07), em Brasília, e colocou a escola à disposição para promover a arte do balé durante a realização do mundial de futebol em 2014 e criar uma relação com a Copa da Rússia em 2018.

Bolshoi_Joinville“A nossa ideia foi trazer uma proposta de colocarmos os nossos bailarinos realizando apresentações e, quem sabe, no dia do encerramento, fazermos uma transição entre Brasil e Rússia”, revela Steglich. Entre as apresentações propostas pela entidade estaria, por exemplo, a peça Dom Quixote, que poderia ser apreciada pelos brasileiros nas cidades-sede do Mundial de 2014.

A instituição

Com cerca de 240 anos, a Escola do Teatro Bolshoi é uma das grandes escolas do balé mundial e é considerada um patrimônio da humanidade. Na última década, a filial brasileira já exportou grandes bailarinos para o mundo. “O Brasil não só forma grandes jogadores de futebol, mas também bailarinos que estão dançando em Moscou e sendo projetados no mundo”, explicou Valdir Steglich.

A Escola do Teatro Bolshoi no Brasil tem o mesmo ideal da Escola Coreográfica de Moscou, criada em 1773: proporcionar formação e cultura por meio do ensino da dança, para que seus alunos tornem-se protagonistas da sociedade.

“Nós somos a única escola fora da sede russa. Os governos dos dois países reconhecem o grande papel social, cultural e educacional do balé na diplomacia entre as nações. O presidente Vladimir Putin já deu declarações considerando que o Bolshoi é um dos principais elos entre os dois países. Relações entre nações não são somente comerciais, mas culturais e educacionais também”, disse.

Imagem: Nilson Bastian

Fonte: Ministério do Esporte

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Uma Partidança

Posted by Ricardo Roca On abril - 9 - 2013ADD COMMENTS

Com o Núcleo Ximbra O espetáculo combina a dança com aspectos do futebol e sua inserção no cotidiano do povo brasileiro – como a pelada de final de semana – e sobrepõe elementos de um contexto de guerra, de história e de relações pessoais, criando um repertório gestual bastante coeso e singular. Mescla das danças urbanas e contemporâneas com o futebol o espetáculo surge dinâmico e criativo.

13/04, às 14h.
Sesc Itaquera – Sede Social
Av. Fernando do Espírito Santo Alves de Mattos, 1000, Itaquera – São Paulo – SP

19/04, às 20h.
Sesc Piracicaba – Comedoria
Rua Ipiranga, 155, Centro – Piracicaba – SP

Fonte: Sesc

Imagem extraída do site http://ximbragrupo.blogspot.com.br/2012_04_01_archive.html

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A coreografia do “jogo bonito”

Posted by Ricardo Roca On setembro - 4 - 20102 COMMENTS

Outro dia li uma crônica no jornal O Estado de São Paulo, de cujo autor não me recordo o nome, dando os parabéns a Palmeiras, Santos e São Paulo. A “ironia” é que era o dia do aniversário do Corinthians. Basicamente o texto dizia que o aniversariante “devia” parte de sua grandeza aos rivais, aos desafios que eles lhe traziam, e vice-versa, claro. No texto, ele mencionava o desejo de ter um estádio próprio, a busca pela Libertadores, a difícil situação de enfrentar o Santos de Pelé e a Academia de Ademir, e assim por diante…

Venho refletindo sobre isso há algum tempo. Não são apenas os rivais, condição trazida pelas circunstâncias das competições esportivas, mas também os parceiros nos ajudam a crescer. Claro que você pode dançar sozinho, mas jamais poderá fazer de sua vida um espetáculo solo. Sempre haverá alguém com quem conviver, com quem negociar as milhares de decisões do dia a dia, seja a escolha do lugar em que você vai morar com seu parceiro ou parceira, o desconto que você pede na feira, a definição do passeio que a turma vai fazer ou o lugar que você cede a um desconhecido no metrô.

Gostemos ou não, interagimos o tempo todo, em torno de decisões pequenas e grandes. Nossa forma de negociar é que mostrará quem somos, bons ou maus dançarinos…

Para sobreviver, para se consagrar para seu público mais importante, você mesmo, é necessário “…ser mais inteiros e parceiros. Parceiros de dança. Parceiros na vida”, aproveitando uma frase importante, que recebi em um e-mail mais importante ainda, de alguém que às vezes parece não se dar conta do tamanho de sua importância.

Às vezes você vai conduzir, em outros momentos será conduzido… nem sempre teremos clareza de toda a situação. Nosso olhar sempre contempla apenas um ângulo, jamais a imagem toda, mas somente se entregando com todas as forças à dança da vida é que mostramos estar vivos. É ótimo ter um bom parceiro para dançar!

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Mané Astaire

Posted by Ricardo Roca On agosto - 25 - 20103 COMMENTS

Nós que Aqui Estamos por Vós Esperamos é o nome de um filme delicioso de se ver. Esse documentário brasileiro, de 1998, dirigido por Marcelo Masagão foi premiado no Festival de Gramado, em 2000. Já ouvi alguém dizer que o filme é uma espécie de leitura do excelente livro Era dos Extremos, de Eric Hobsbawn., com colagem de imagens do século XX.

A edição foi muito feliz, trazendo imagens contrapostas, criando metáforas incríveis. A cena de Fred Astaire e Mané Garrincha é inesquecível; mostra leveza na dança e no jogo, naquilo que se faz com prazer e arte. O cabideiro que “contracena” com Fred Astaire parece hipnotizado, como ficavam os que enfrentavam Garrincha. Se não soubéssemos que se trata de um jogo, em que os times são adversários, poderíamos imaginar que tudo é parte de uma grande coreografia, tão perfeita é a “sincronia” entre Mané e seus “Joões”, como ele chamava seus marcadores. Marcadores e cabideiro rodam em vão, sem sair do lugar, sem resultado algum…

No fim das contas, parece que não é nem de dança nem de futebol que estamos falando, mas de magia!

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