Escudos de times de futebol

Ricardo Roca On agosto - 6 - 20109 COMMENTS

Obrigado por visitar o Futebol-Arte! Aqui você vê como o futebol imita a vida, por meio de suas interações com a literatura, música, cinema, teatro, artes plásticas, além de curiosidades interessantes que trazem todo o drama, suspense, tragédia, comédia de dentro dos campos para seu computador. Os escudos dos times servem como símbolos de nossa “guerra” diária pela sobrevivência.

Todo apaixonado por futebol curte conhecer escudos de times pelo mundo afora. Cores, formas, tipologia, frases, mascotes… vale quase tudo na hora de se diferenciar e fazer história. Descobri um site muito bacana, que traz não apenas os escudos de times do mundo inteiro, mas também a evolução dos escudos de um mesmo time, desde sua fundação até os dias de hoje.

Vale a pena dar uma passeada pelo www.distintivos.com.br e se perder pelo design criativo dos clubes de futebol.

A foto é de um livro da Publifolha sobre o mesmo tema. A coincidência é o nome do autor, homônimo do famoso goleiro uruguaio.

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Acontece no próximo sábado, dia 07/08/2010, entre 10h e 17h, no foyer externo do Estádio do Pacaembu, o I Encontro de Colecionadores de Camisas de Futebol. O mais bacana é que qualquer pessoa pode participar, mesmo quem não coleciona ou tem a camisa de algum clube. A idéia é que esse tipo de evento passe a acontecer mais vezes, até mesmo com alguma regularidade, trazendo acervo de colecionadores e apresentando parte da história de times do Brasil e do mundo.

Uma boa opção é emendar a exposição com uma visita ao Museu do Futebol, que em breve será tema de um post aqui no Futebol-Arte. Adiantando, dá pra dizer que é um passeio imperdível.

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Santo por Ofício

Ricardo Roca On agosto - 4 - 20103 COMMENTS

Sempre me lembro de quando era menino e ia jogar futebol; fosse na rua, na quadra, no campo, a principal preocupação da maioria era saber quem ia ser o goleiro. Ninguém queria assumir essa tarefa. Bem, nem tanto, vamos dizer que a maioria não queria. Alguns, sabe-se lá o motivo, se dedicavam especialmente a tarefa de impedir gols. Claro que o motivo do espanto não é ideológico, mas prático mesmo. Uma bolada no rosto, no estômago ou em outras partes do corpo era sempre uma ameaça assustadora, pra ficarmos em apenas um argumento.

Dizem as más línguas que os fazem essa opção, em geral, são os que têm menos habilidades com os pés e não encontram outra alternativa. Acredito que em alguns casos seja isso mesmo, mas duvido que seja a maioria. O difícil era um mesmo sujeito ter todas as características necessárias para a função: agilidade, elasticidade, velocidade, reflexo, liderança, senso de colocação, coragem…

Meu tio Miguel e meu primo Alex, que atualmente moram em Barcelona (que privilégio, que saudades!), já chegavam na quadra paramentados, com luvas, joelheiras e disposição para agarrar as “bombas”. Em minha infância e adolescência os destaques eram Leão, Dasayev (URSS), Fillol (Argentina), Dino Zoff (Itália), Zubizarreta (Espanha) e Preud´ Homme (Bélgica) entre muitos outros bons goleiros. Algum tempo depois, já na juventude, os destaques eram Taffarel, Rodolfo Rodrigues (autor da seqüência de defesas mais bonitas que já vi), Higuita, Chilavert (que se destacavam mais por suas performances que pelas defesas) e vários outros.

Tudo isso para dizer que hoje é aniversário de São Marcos, do Palmeiras, o melhor goleiro que vi jogar. Além de fantástico sob as traves e excelente pegador de pênaltis, é carismático e, raridade, ídolo até mesmo entre os torcedores dos outros times.

Parabéns!

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O filósofo da arquibancada

Ricardo Roca On agosto - 4 - 20101 COMMENT

“Como se não bastassem textos de Albert Camus, Nelson Rodrigues, João Cabral de Melo Neto, Eduardo Galeano, Robert Coover, Nick Hornby e tantos outros, os intelectuais que torcem o nariz para o futebol acabam de receber mais uma má notícia: o livro Soccer and Philosophy, organizado por um professor americano, Ted Richards (editora Open Court), com autores de diversos países.
[…]
O alemão Paul Hoyningten-Huene, na abertura, tenta responder ´por que o futebol é tão fascinante?´ mostrando como as regras relativamente simples permitem uma variedade de situações que o torna menos previsível do que outros esportes e, assim, mais poderoso em ´mimetizar o drama da vida´. Menos previsível, lembra ele, não significa aleatório”.

Extraído de artigo de Daniel Piza, publicado hoje, 04/08/2010, no caderno Esportes do jornal O Estado de São Paulo

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Schalke 04, dentro e fora do campo

Ricardo Roca On agosto - 4 - 20101 COMMENT

O Schalke 04 é um time alemão de nível intermediário. Já ganhou alguns títulos expressivos, mas está longe dos principais clubes do país e do restante da Europa.

Se normalmente são os torcedores que idolatram os jogadores, nesse vídeo ocorre o inverso. Os boleiros cantam em homenagem ao clube e sua torcida. O pior é que os caras mandam bem.

Se a moda pega por aqui…

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