Hino extra-oficial da Inglaterra em 2006

Ricardo Roca On agosto - 13 - 2010ADD COMMENTS

Som e futebol têm total ligação e não sou eu que digo isso. O que não dá pra dizer é que exista um ritmo específico que combine mais com a bola. Pode ser rock, samba, pop, blues… cada um tem suas características e combina com um momento ou com um time diferente.

No caso da Inglaterra era de se esperar algo mais roqueiro mesmo. Esse som foi feito como hino “extra-oficial” da seleção inglesa para a Copa de 2006. A pegada é mais pesada no começo, mas logo se torna mais pop. Se não são seus ritmos preferidos, assista ao menos até o refrão, que aparece logo depois de um minuto de vídeo. Eu achei contagiante, quem sabe você também não acha?!

Como o vídeo não pode ser incorporado aqui, segue o link: http://www.youtube.com/watch?v=8SF8HA1U8cQ

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Depois da Copa – Festival de Cinema

Ricardo Roca On agosto - 12 - 2010ADD COMMENTS

Que tal um time árabe representando Israel em um campeonato europeu? E se o dono do time for árabe e o técnico for judeu? É esse o enredo do documentário Depois da Copa, do diretor Christopher Browne. O filme faz parte da 14ª edição do Festival de Cinema Judaico.

Você pode conferir o filme essa sexta-feira, 13/08, às 20h no Centro de Cultura Judaica, Rua Oscar Freire, 2500, Sumaré – São Paulo. Para mais informações: 3065-4333.

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O time da Estrela Solitária

Ricardo Roca On agosto - 12 - 20106 COMMENTS

O Botafogo completa hoje 106 anos. Eu, que nasci em 70, cresci ouvindo histórias sobre como esse time conseguia equilibrar os confrontos com o Santos de Pelé, algo que somente o Palmeiras e o Cruzeiro de Tostão também conseguiram. Durante toda minha infância e adolescência acompanhei o jejum e as dificuldades do time e do clube.

O apelido Estrela Solitária sempre me chamou a atenção. Um dia, resolvi pesquisar para saber a razão desse apelido. Presente na bandeira, nas flâmulas e no escudo do time representa a estrela D´alva, por ter sido a primeira a aparecer no céu no dia da fundação do clube. Anos depois descobriu-se que aquela estrela era Vênus.

Garrincha, Zagallo, Gérson, Leônidas da Silva, Nilton Santos, Didi, Quarentinha, Túlio Maravilha, Paulo Valentim, Gonçalves, Amarildo, Donizete, Jairzinho, Paulo César Caju, Heleno de Freitas, Pirilo e o querido mascote Biriba são apenas alguns dos nomes que o fizeram um dos maiores clubes do Brasil e do mundo.

Na foto, o time de 1930.

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“Era Mano” – Começo promissor

Ricardo Roca On agosto - 11 - 20103 COMMENTS

Promissor o começo da seleção na “Era Mano”. Basta mencionar a escalação, especialmente do meio-campo para frente para notar a diferença, mas o mais interessante foi ver os comentários de amigos e imprensa em geral. Havia algum tempo já que assistir a seleção não era mais um programa imperdível.

Foi só o primeiro jogo, mas já deu pra sentir a mudança no clima. Se imaginarmos que ainda temos a possibilidade de recuperação de Ronaldinho Gaúcho e Kaká, além de Maicon, Júlio César e as promessas que todo ano surgem por aqui, podemos ficar bem otimistas com a conquista de títulos e, mais ainda, com a diversão e os espetáculos que poderemos assistir.

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Como me tornei Palmeirense – Detalhes

Ricardo Roca On agosto - 11 - 20107 COMMENTS

São insondáveis os motivos que nos levam a escolher um time de futebol. A paixão não tem “razões”, não tem explicações. No entanto, algumas coisas certamente ajudam muito, como o time para quem torcem nossos pais, a conquista de títulos durante a nossa infância ou até mesmo algum ídolo incontestável, quando definimos nossas cores.

No meu caso, toda minha família é corintiana e, apesar de alguns títulos no começo da década de 70, não havia um domínio incontestável do Palmeiras…

…mas havia Ademir da Guia, o que já seria mais do que suficiente.

Imagens e lembranças que tenho dão outras pistas. Quem me levava à escola quando criança era o Nono (foto), avô do meu melhor amigo de infância, Renê. Como descendentes diretos de italianos, eram todos palestrinos. Eu via e ouvia os relatos e histórias contadas pelo Nono e, mesmo não me recordando de nenhuma em particular, já que era muito pequeno, lembro que sua admiração pelo Palmeiras era contagiante. Nessa idade, por volta dos seis ou sete anos, ser aceito por alguém ou um grupo é uma das coisas mais importantes de nossas vidas. É isso que eu sentia quando estava com meu amigo René, seu pai, Sérgio e o Nono. Com eles, havia uma vibração muito forte e positiva.

Falo isso e penso imediatamente em meu pai, que é corintiano. Sei que ele gostaria que eu tivesse escolhido seu time, mas foi (e é) tão democrático que não fez pressão ou chantagens emocionais. Gosta e acompanha futebol, mas talvez sem tanta empolgação.

Daquela época, em que brincava de bola, de futebol de botão, pebolim e começava a bater figurinha me lembro também que em meus primeiros lances em partidas de rua, eu me transformava em Jorge Mendonça, no futebol de botão meu goleiro era o Leão e Luis Pereira era o “meu” zagueiro raçudo e técnico que desarmava na defesa e saia jogando, se mandava para o ataque feito um maluco. Havia também outros fatores, outros incentivos para minha escolha. Na infância, os critérios não são tão lógicos e racionais. Como não se encantar por um time que tinha “Beto Fuscão” e “Alfredo Mostarda”? Não me lembro se eram bons, mas sei que adorava os nomes tão criativos.

Outra imagem que carrego desde muito cedo e que certamente teve influência em minha escolha é a de uma “foto antiga”, que nem sei se existe ou existiu, sem cores, com uma figura esguia, de rosto angular e a camisa do meu Palmeiras. Desconfio que seja a única pessoa palmeirense da família assim como eu, meu Tio Zé. Essa imagem ficou pra sempre em minhas lembranças e me fez, naturalmente, tomar o caminho certo na hora de escolher a quem dedicar meu fervor; que me perdoem os demais.

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